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Dossier dos Gatos

Lugar para dormir

Casa de Jantar

Casa de Banho

Machos

Fêmeas

Escovagem e Banho

Raças de Todo o Mundo

 
Dossier dos Gatos

A maneira de acolher um gato deve ser sempre no sentido de fazer desse nobre animal um companheiro. A primeira condição prévia de um companheirismo é que um não aprisione o outro. Claro que nem todo o animal que se queira ter dentro de casa possa ser companheiro do Homem!

Para o gato, o espaço devido mínimo é a casa do dono na sua totalidade. Contudo, o gato vê as condições de propriedade na casa de modo diferente e tolera o dono no seu território. Mas isto é uma questão de ponto de vista.

Quando uma pessoa não está disposta a pôr a casa inteira à disposição do gato, o melhor é nem o ter. O gato precisa de espaço e ele aceita o dono como um companheiro. Demonstra inteligência, compreensão e paciência. Os gatos aprenderam que os seres Humanos são de compreensão "lenta", desajeitados e que o tacto não é o seu forte. Apesar disso, podem ser companheiros para o gato se forem ensinados. Para isso o gato tem de investir um pouco no relacionamento e mantê-los na linha com pequenas recompensas: uma patada de brincadeira com as unhas encolhidas ou uma assopradela de aviso. Também, a respeito da bebida e da comida, os Humanos têm de aprender primeiro. Mas, quem gosta mesmo de gatos, pelo menos esforça-se!

Como, apesar da melhor educação, os Homens nunca se tornam companheiros iguais para os gatos, estes não os olham como concorrentes, o que é bom.

Os amigos ideais dos gatos devem ter uma voz suave, não se movimentarem desajeitadamente e ruidosamente e devem reagir adequadamente e com tacto às alterações de disposição (humor) dos seus amiguinhos.

Os seres humanos bem educados por um gato inteligente também se tornam companheiros agradáveis para os seus semelhantes. Sem ironia e gracejo, o mesmo se verifica para as crianças. Ter um gatinho em casa é um factor muito importante na educação. Ora vejamos, a criança passa a ter mais responsabilidades. Pode pegar no gatinho, mudar-lhe a areia, dar-lhe comida. E o mesmo acontece com os idosos, não lhes dá responsabilidade, mas faz-lhes muita companhia.

Lugar para dormir:

Ninho para Gato

Imagem retirada de: Loja Os Nossos Amiguinhos

Todos os gatos dormem cerca de 10 horas, embora interrompidas pela necessidade de se alimentarem ou pela vigília. Eles precisam, obviamente, de um local para dormir. Quando escolher este lugar, deverá ter em consideração que os gatos são animais de covis e muitas vezes se sentem bem em espaços fechados. Pode ser uma caixa com um cobertor a cobri-la, uma esfera para gatos, um cestinho ou uma caixa transportadora. (normalmente os gatos associam a transportadora à ida ao veterinário, razão pela qual não gostam de dormir lá dentro).

Em qualquer dos casos, quer se trate de uma caixa ou de outro objecto, é importante que o forro seja macio e fácil de remover a fim de ser bem lavado, pois nele se desenvolvem pulgas e também se pode dar o caso do animal vomitar. E então, tem que lavar o forro.

Casa de Jantar:

Comedouro de Louça

Imagem retirada de: Loja Os Nossos Amiguinhos

Os gatos não costumam engolir a comida apressadamente. Quando vivem em liberdade arrastam a presa para um lugar sossegado e comem-na vagarosamente. Numa casa é necessário uma sala de jantar. A tigela limpa deve ficar na cozinha ou na cave. (Não na casa de banho ou na sala). O lugar tem de ficar protegido e deve agradar ao gato. Para encontrar o lugar apropriado deve experimentar vários sítios e entenderá qual será o mais agradável para o gato.

Casa de banho:

WC XXL

Imagem retirada de: Loja Os Nossos Amiguinhos

Os gatos saudáveis são asseados. Porém, precisam de uma "toilette" apropriada que não deve ficar junto da tigela da comida, como se vê muitas vezes. A casa de banho do dono é um local apropriado ou uma sala de arrumações que o gato tenha sempre acesso.

A toilette dos gatos deve ser um recipiente fácil de limpar, com areia própria. (deverá utilizar uma caixa de plástico) Existem sacos de plástico que se colocam à volta da caixa e que facilitam a limpeza, removendo toda a areia. Pode encontrar estes sacos no supermercado.

Machos

Os gatos que vivem em liberdade enchem o seu território de gatinhos sem dono, porque fecundam as gatas vadias. Se prendermos os animais adultos, eles sofrem muito e demarcam o seu território (a casa), com urina. Por isso, a melhor situação é a castração para se pôr fim na origem à infelicidade dos gatinhos.

Todavia, não acordo quanto ao momento em que deve ser feita esta operação. Se for realizada muito cedo, os canais urinários não se desenvolvem normalmente. Mais tarde, pode existir obstrução por causa de cálculos na bexiga. Além disso, assumem um aspecto efeminado sem a cabeça grande, típica do gato.

Quando os gatos começam a demarcar o território, esta característica desagradável só desaparece lentamente, chegando em alguns casos a manter-se.

Fêmeas

É uma alegria poder partilhar a felicidade de uma mãe gata. Mas essa felicidade desaparece depressa e começam os problemas. O que vamos fazer com os gatinhos?  A quem damos? Os amigos e conhecidos não os querem e os donos não podem ficar com toda a ninhada.

Para os gatos domésticos, fica apenas o controlo da reprodução. Muitos argumentos concorrem a favor da castração. Trata-se de uma operação que necessita de anestesia geral e que tem como finalidade extrair os ovários e parte do útero. Depois dela, a gata fica sexualmente neutra e não volta a ter cio.

Alguns donos têm medo da operação. Receiam uma eventual alteração na índole do animal, gostariam de a poupar a essa cirurgia e não querem impossibilitar uma eventual criação posterior.  Para estes casos, também existe a pílula para a gata, um pequeno comprimido que tem de ser tomado uma vez por semana.

Antigamente era mais frequente o recurso à esterilização. Mas a gata vagueia por toda a casa e fica atreita a doenças no útero. De resto, não passa de uma fantasia dizer-se que a gata tem de ter filhos pelo menos uma vez, em atenção à sua saúde física e psicológica. Com grandes reservas, talvez isso seja aplicável em relação às cadelas.

Escovagem e Banho

Um gatinho aprende com a sua mãe a cuidar da sua toilette. Mas, você também pode ajudar escovando-o com uma escova e um pente. Escove ou penteie sempre da cabeça para a cauda. De início, o seu gatinho pode encarar os seus esforços como fazendo parte de um jogo, mas rapidamente passará a gostar de toda a atenção que lhe dedica. Observe-o cuidadosamente para a eventualidade de existirem pulgas, carraças ou outros parasitas. O seu médico veterinário pode aconselhá-lo sobre como deve proceder para combater estes parasitas.

Raças de todo o Mundo

América do Norte

Persa Focinho de Pequinês

Persa Calico

Himalaio

Kashmir Lavanda

Kashmir Chocolate

Balinês

Main Coon

Somali

Cymric

Javanês

Tiffany

Ragdoll

Americano de Pêlo Curto

Americano de Pêlo Duro

Exótico de Pêlo Curto

Colorpoint de Pêlo Curto

Oriental de Pêlo Curto

Bombaim

Tonquinês

Snowshoe

Sphynx

Malaio

Ocicat

 

Reino Unido

Persa Fumado

Persa Chinchila

Somali

Inglês de Pêlo Curto

Inglês de Pêlo Curto Malhado

Inglês de Pêlo Curto Bicolor

Manx

Havana

Rex

Fold Escocês

 

Europa

Persa Branco

Persa Preto

Persa Cameo

Persa Bicolor

Persa Casco de Tartaruga

Gato das Florestas da Noruega

Azul da Rússia

Europeu de Pêlo Curto

 

Médio Oriente e África

Angorá

Van Turco

Abissínio

Egipcio

 

Ásia

Birmanês

Siamês

Korat

Burmês

Bobtail Japonês

Singapura

 

» Ragdoll

A crença popular sustenta que a raça teve origem na descendência de uma fêmea Persa branca, atropelada por um carro. Diz-se que os ferimentos sofridos tornaram-no num gato que não sente dor nem reage a qualquer tipo de ameaça. A explicação científica é que o Ragdoll é produto de uma intensa criação selectiva.

Em qual acreditar fica ao critério de cada um mas a verdade é que este gato tem uma enorme tolerância à dor, a ponto de certos ferimentos passarem despercebidos. Tem uma natureza muito suave e talvez seja por isso que a sua postura típica é a de deitado de lado e completamente relaxado. É muito caseiro e necessita de alguém que seja capaz de satisfazer as suas necessidades de tranquilidade e protecção.

Origem:

A raça teve início nos anos 60, na Califórnia

Variantes:

Ragdoll Bicolor – de corpo claro, manchas escuras no focinho, orelhas e cauda castanho escuro, chocolate ou lilás e barriga branca;

Ragdoll Colorpoint – extremidades destas mesmas cores;

Ragdoll Mitted – igual ao colorpoint mas com patas anteriores brancas.

Pêlo:

Abundante e longo.

Corpo:

Comprido e robusto, embora pareça flácido e fraco ao ser pegado, tal como as bonecas de trapos, daí o seu nome que em português significa isso mesmo, “Boneca de Trapos”. Isso deve-se ao facto de se descontrair completamente ao ser pegado. Tem pernas médias, patas grandes e redondas e cauda comprida ou média. A cabeça é em forma de cunha arredondada com o nariz de tamanho médio, maxilares bem desenvolvidos e olhos azuis pequenos e redondos. As orelhas são médias, arredondadas na ponta e tufadas.

Defeitos:

Alongamento do focinho, deformação da cauda e estrabismo.

Recomendações:

Escovar ou pentear todos os dias com os dedos ou um qualquer instrumento que seja muito leve e macio.

Dieta:

A carne constitui a base da sua dieta.

Carácter:

Dotado de um temperamento muito dócil, aprecia a vida calma do lar e relaxa completamente quando lhe pegamos.

 

 

 
 
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